Nada do que eu quero está lá. É
como está olhando pro mar,
Essa força imensa que me fases sonhar.
ilustre grande força, deixe-me perder
por entre seus vales sombrios e pelas
suas rebeldes águas turvas.
um somidoro inestimável... Cujo fim
é inexplicável. Tais correntas das sua
água mórbida, tão curioso o seu poder
insuperável.
viajo na brisa, esta maresia tão
querida, de uma natureza, estrondoza
e infinita... 01/09/2009
Graone de Matoz, Itanhaéin 01 de setembro de 2009, Praia do sonho
às 17: 52
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sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Olhos em chamas.
Lá pra Minas gerais, avistei a
fumaça insana. De cor
esverdeada, olhos em chamas...
No vermelho de uma fogueira,
avistei uma cidade em chamas;
chamas de um graveto, chamas
em meus olhos, em meus olhos
em chamas...
Explorando o infinito, conhecendo
o desconhecido.
Chamas em negrito, chamas em
meus discos... Olhos em chamas...
Crianças loucas, poucas são as suas
ganâncias, sobre a derrota dos
oprimidos.
Chamas na minha mente, chamas
em meus olhos, chamas em meu
corpo, olhos em chamas...
"Olhos em chamas", poema criado no dia 29 de julho de 2003
fumaça insana. De cor
esverdeada, olhos em chamas...
No vermelho de uma fogueira,
avistei uma cidade em chamas;
chamas de um graveto, chamas
em meus olhos, em meus olhos
em chamas...
Explorando o infinito, conhecendo
o desconhecido.
Chamas em negrito, chamas em
meus discos... Olhos em chamas...
Crianças loucas, poucas são as suas
ganâncias, sobre a derrota dos
oprimidos.
Chamas na minha mente, chamas
em meus olhos, chamas em meu
corpo, olhos em chamas...
"Olhos em chamas", poema criado no dia 29 de julho de 2003
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Mar morto
A sua fúria em ressaca me fascina. Nestas águas
perigosas, que me causa adrenalina. Ondas
gigantescas, neste mundo misterioso... Será o
mar um deus? Ou seria mesmo um mar morto?
Maremoto de tempestades, em que as poderosas
ondas engoem o mundo. Me leva tão longe
oceano, me carrega lá pro fundo. É tão bonita a
sua forma, criador de um poeta em um poema
tão profundo.
A energia cósmica das marés. Medito na areia,
enquanto as frias águas umedecem os meus
pés. Força da natureza, que abriu o caminho a
moisés. A beleza em forma pura, em seu poder,
em sua fúria, demontrando o que é.
Mar morto em forma do amor; mar morto em
forma de fé; mar morto poesia, nos poemas das
marés.
"Mar morto", poema criado no dia 07 de maio de 2008
perigosas, que me causa adrenalina. Ondas
gigantescas, neste mundo misterioso... Será o
mar um deus? Ou seria mesmo um mar morto?
Maremoto de tempestades, em que as poderosas
ondas engoem o mundo. Me leva tão longe
oceano, me carrega lá pro fundo. É tão bonita a
sua forma, criador de um poeta em um poema
tão profundo.
A energia cósmica das marés. Medito na areia,
enquanto as frias águas umedecem os meus
pés. Força da natureza, que abriu o caminho a
moisés. A beleza em forma pura, em seu poder,
em sua fúria, demontrando o que é.
Mar morto em forma do amor; mar morto em
forma de fé; mar morto poesia, nos poemas das
marés.
"Mar morto", poema criado no dia 07 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
O vento não morre
No ilusório luto do vento, a morte é
a sua forma, não existe palavras
para esse argumento. Soprando
às folhas que caen das árvores,
movimentando as ondas de um
mar tão sereno. Mas vento que
é vento, não morre. Ainda que
seja no próprio veneno.
a sua forma, não existe palavras
para esse argumento. Soprando
às folhas que caen das árvores,
movimentando as ondas de um
mar tão sereno. Mas vento que
é vento, não morre. Ainda que
seja no próprio veneno.
domingo, 27 de abril de 2008
O corpo
Averdade escrita poesias e poemas
Um corpo que repousa em algum dia, de uma
noite noturna.
Um corpo que transpira as impurezas de uma
noite de núpcias.
Um corpo que viaja, tentando entender
algumas mentes sujas. É um corpo que
empobrece sem nenhum argumento de
culpa.
um corpo que procura outro corpo; um
corpo que grita por socorro.
um corpo sem artifícios, e sim o vício da
arte.
um corpo de dúvidas;
um corpo de vícios;
um corpo de injúrias... Mas nada é perfeito,
me despertei de um sonho:
isto é um único, nescessário e indeciso corpo!
(O corpo - "Averdade escrita nos muros pichados
Um corpo que repousa em algum dia, de uma
noite noturna.
Um corpo que transpira as impurezas de uma
noite de núpcias.
Um corpo que viaja, tentando entender
algumas mentes sujas. É um corpo que
empobrece sem nenhum argumento de
culpa.
um corpo que procura outro corpo; um
corpo que grita por socorro.
um corpo sem artifícios, e sim o vício da
arte.
um corpo de dúvidas;
um corpo de vícios;
um corpo de injúrias... Mas nada é perfeito,
me despertei de um sonho:
isto é um único, nescessário e indeciso corpo!
(O corpo - "Averdade escrita nos muros pichados
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