Um lugar não saí pelo outro, em dias
difíceis, como um amadurecimento
tão eterno. Pra nada sirvo nesse
mundo, ao não ser um útil servo.
Procurar um lugar no mundo. nem
que seja por alguns dias, nem que
seja por alguns anos.
Preciso de um lugar nesse mundo,
preciso dar de cara no muro.
Não sei pra onde vou. Desconheço
o universo, não sei bem quem eu
sou . Foram inúteis estes versos.
São Paulo, 05 de fevereiro de 2009
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Mundo soberano
O mundo soberano, mas como
deus errou, criando o ser
humano...
O mundo dos injustos é desigual,
tão moderno e medieval. Tão
inútil e imperialista, tão
mesquinho e material.
O mundo é tirano, mas afirmo
à mim mesmo: Como esse de
é estranho! Fome, guerras e
misérias, onde todo mundo
entra pelo cano... Milagres
de um tal désputa, a perfeição
que vive errando. Hipocrisia já
vem há décadas, filho da puta
ser humano. Não estudei pra essa
matéria, vou repetir o ano!
"O mundo é insano", São Paulo, 27 de janeiro de 2009
deus errou, criando o ser
humano...
O mundo dos injustos é desigual,
tão moderno e medieval. Tão
inútil e imperialista, tão
mesquinho e material.
O mundo é tirano, mas afirmo
à mim mesmo: Como esse de
é estranho! Fome, guerras e
misérias, onde todo mundo
entra pelo cano... Milagres
de um tal désputa, a perfeição
que vive errando. Hipocrisia já
vem há décadas, filho da puta
ser humano. Não estudei pra essa
matéria, vou repetir o ano!
"O mundo é insano", São Paulo, 27 de janeiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Sentindo só
Me sinto tão só. Hoje o sol
não raiou o dia, da solidão
cada vez pior. Dói meu peito,
meu peito dói.
Padecido de amarguras, das
agruras que sempre foi. Me
Dê algum telefonema, nem
que seja pra me dar um oi...
Me sinto sozinho, me sinto
tão só, hoje a noite não virou
o dia, é a desesperança cada
vez pior. Ambição para
crescer na vida, cada vez maior.
Vou embora sem destino, para
o nordeste, pois me sinto só, cada
vez mais só.
Não tenho mais o seu carinho,
carente do seu amor; mas apenas
porque me sinto só, cada vez mais só.
Me sinto sozinho, me sinto tão só.
Hoje a chuva não molhou as ruas,
seca cada vez pior. Preciso estudar
ser alguém na vida, desse discurso
eu já sei de cor!
"Me sinto sozinho, me sinto tão só", São Paulo 19 de janeiro de 2009 - esse ano promete!
não raiou o dia, da solidão
cada vez pior. Dói meu peito,
meu peito dói.
Padecido de amarguras, das
agruras que sempre foi. Me
Dê algum telefonema, nem
que seja pra me dar um oi...
Me sinto sozinho, me sinto
tão só, hoje a noite não virou
o dia, é a desesperança cada
vez pior. Ambição para
crescer na vida, cada vez maior.
Vou embora sem destino, para
o nordeste, pois me sinto só, cada
vez mais só.
Não tenho mais o seu carinho,
carente do seu amor; mas apenas
porque me sinto só, cada vez mais só.
Me sinto sozinho, me sinto tão só.
Hoje a chuva não molhou as ruas,
seca cada vez pior. Preciso estudar
ser alguém na vida, desse discurso
eu já sei de cor!
"Me sinto sozinho, me sinto tão só", São Paulo 19 de janeiro de 2009 - esse ano promete!
à procura de um caminho
Todo homem procura algum
caminho, não se sabe ao certo
onde ele vai chegar.
Não se sabe em que dia ele
pode vir, e nem se vai levá-lo
à algum lugar.
Muitas perguntas sem
respostas, inexistente alma
para amar. A viagem que não
tem destino, nem mesmo uma
cova a se cavar deste corpo
mórbido. Em nenhum lugar
a se enterrar.
A barriga que ronca de fome,
em pé não consigo parar. O
vício que tanto escravisa,
nenhum cigarro a se fumar.
"Desabafo do dia", São Paulo, 03 de janeiro de 2009
caminho, não se sabe ao certo
onde ele vai chegar.
Não se sabe em que dia ele
pode vir, e nem se vai levá-lo
à algum lugar.
Muitas perguntas sem
respostas, inexistente alma
para amar. A viagem que não
tem destino, nem mesmo uma
cova a se cavar deste corpo
mórbido. Em nenhum lugar
a se enterrar.
A barriga que ronca de fome,
em pé não consigo parar. O
vício que tanto escravisa,
nenhum cigarro a se fumar.
"Desabafo do dia", São Paulo, 03 de janeiro de 2009
Perigoso é ser perigo
Perigo é ser perigoso, para um olhar simples, de
um olhar maldoso. Ardendo em febre , pede
socorro, havendo um fardo, um fardo em dobro.
E ainda acha que é pouco? Perder todos os
documentos em uma terça feira, já é muito
pra um só corpo. Sem identidade, sem
documento; sem lenço, não ter onde cair
morto.
Num dia desses, numa terça feira. Num dia
cão, que dia louco, socorro!
São Paulo, 23 de dezembro de 2008
um olhar maldoso. Ardendo em febre , pede
socorro, havendo um fardo, um fardo em dobro.
E ainda acha que é pouco? Perder todos os
documentos em uma terça feira, já é muito
pra um só corpo. Sem identidade, sem
documento; sem lenço, não ter onde cair
morto.
Num dia desses, numa terça feira. Num dia
cão, que dia louco, socorro!
São Paulo, 23 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Caro amigo sonho.
Caro amigo sonho: escrevo-te esta carta, de
duas ou mais páginas, que é de enlouquecer!
Ficando acordado, agitado até o dia amanhecer.
O barco que navega em um oceano sem águas;
e ainda este corre risco de naufrágio, um carente
de lazer.
É tão surreal esta história, que eu acho que devo
recitá-la a você.
És quem me inspira fantasia, arte e poesia... Por
isso ridicularizado pelos sociais-caretas! Dramatizam
o moralismo, porém imorais para viver. Crentes da
verdade da certeza; ignorantes da felicidade do que
é prazer.
Deus existe para eles, mas invertem o seu significado.
Desinformado do cotidiano da vida de terceiros, para
eles é a morte. És execrado pelos setes capitalistas
pecados. Discursos sem palavras, palavras sem
argumentos, que não tem nada à dizer.
A mentira é a sua semente meu caro amigo... Mas quem
disse a quem que ela seja um fruto hipócrita? A verdade
é uma cortina, para pior cego que não quer ver... a televisão
é hipnótica, no voto do cabresto, desta corja da verdade que
nos forçam a crer. A tecnologia é uma grande fábula; eu não
sei, repulsa por quem sabe e não quero saber.
Para finalizar, não tenho vontade nenhuma de acordar. O
mundo real é para os fracos, lunático eu quero ser.
Surrealismo é inverídico, mas nele pretendo morrer.
31/09/2007
duas ou mais páginas, que é de enlouquecer!
Ficando acordado, agitado até o dia amanhecer.
O barco que navega em um oceano sem águas;
e ainda este corre risco de naufrágio, um carente
de lazer.
É tão surreal esta história, que eu acho que devo
recitá-la a você.
És quem me inspira fantasia, arte e poesia... Por
isso ridicularizado pelos sociais-caretas! Dramatizam
o moralismo, porém imorais para viver. Crentes da
verdade da certeza; ignorantes da felicidade do que
é prazer.
Deus existe para eles, mas invertem o seu significado.
Desinformado do cotidiano da vida de terceiros, para
eles é a morte. És execrado pelos setes capitalistas
pecados. Discursos sem palavras, palavras sem
argumentos, que não tem nada à dizer.
A mentira é a sua semente meu caro amigo... Mas quem
disse a quem que ela seja um fruto hipócrita? A verdade
é uma cortina, para pior cego que não quer ver... a televisão
é hipnótica, no voto do cabresto, desta corja da verdade que
nos forçam a crer. A tecnologia é uma grande fábula; eu não
sei, repulsa por quem sabe e não quero saber.
Para finalizar, não tenho vontade nenhuma de acordar. O
mundo real é para os fracos, lunático eu quero ser.
Surrealismo é inverídico, mas nele pretendo morrer.
31/09/2007
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Retratos Urbanos.
Aos que vivem no meio dos ratos. Não sei
quem é certo, se é deus ou se é o diabo.
Governo suga até a alma, dignidade
humana que escorre pelo ralo..
Para àqueles que vivem marginalizados.
Nada mais importa o que é certo ou que
é errado. Enquanto lá nos templos
governados pelos gatos. Na sargeta se
comem vivos por um mísero trocado.
Reclamando de barriga cheia entupida
só de vento. Estando "nóia" pelas ruas,
sujeiras na auto-estima da indignidade
humana. Ratos, baratas e lixos são meras
companias; a desgraça, doenças e enchentes,
são chamados de destinos, há quem diga!
Caminhos e sem futuros, não é nenhuma
novidade; apenas fotos de manchetes que
trasparecem à verdade. A verdade seja dura,
sem modéstias nem igrejas. A desgraça de
terceiros para os jornais é a principal fonte de
renda.
Fotos, imagens, retratos urbanos.
quem é certo, se é deus ou se é o diabo.
Governo suga até a alma, dignidade
humana que escorre pelo ralo..
Para àqueles que vivem marginalizados.
Nada mais importa o que é certo ou que
é errado. Enquanto lá nos templos
governados pelos gatos. Na sargeta se
comem vivos por um mísero trocado.
Reclamando de barriga cheia entupida
só de vento. Estando "nóia" pelas ruas,
sujeiras na auto-estima da indignidade
humana. Ratos, baratas e lixos são meras
companias; a desgraça, doenças e enchentes,
são chamados de destinos, há quem diga!
Caminhos e sem futuros, não é nenhuma
novidade; apenas fotos de manchetes que
trasparecem à verdade. A verdade seja dura,
sem modéstias nem igrejas. A desgraça de
terceiros para os jornais é a principal fonte de
renda.
Fotos, imagens, retratos urbanos.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Não quero morrer de amor.
Não quero morrer de amor, não quero, não
quero, não quero... Me deixe ao menos me
anestesiar, não quero sentir mais dor.
Seus olhos tão meninos feito os seus. O
desenho da sua boca me endoideceu.
Não quero morrer de amor, não quero
morrer de amor...
Quero te apagar da minha lembrança.
Quando lembro de ti meu coração
chora feito criança..
Porque eu não quero morrer de amor,
não quero morrer de amor... Não quero,
não quero, não quero.
Não quero e nem posso te amar.
Não quero, não quero, não quero...
Morro de vergonha de tanto assim lhe
desejar. Porque meu peito dói, desse
jeito você comigo vai acabar.
Não quero morrer de amor, não quero
morrer de amor...
Não quero, não quero, não quero...
Não quero, não posso, não quero.
quero, não quero... Me deixe ao menos me
anestesiar, não quero sentir mais dor.
Seus olhos tão meninos feito os seus. O
desenho da sua boca me endoideceu.
Não quero morrer de amor, não quero
morrer de amor...
Quero te apagar da minha lembrança.
Quando lembro de ti meu coração
chora feito criança..
Porque eu não quero morrer de amor,
não quero morrer de amor... Não quero,
não quero, não quero.
Não quero e nem posso te amar.
Não quero, não quero, não quero...
Morro de vergonha de tanto assim lhe
desejar. Porque meu peito dói, desse
jeito você comigo vai acabar.
Não quero morrer de amor, não quero
morrer de amor...
Não quero, não quero, não quero...
Não quero, não posso, não quero.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Um dia pra sempre
De olhos fechados, não quero enxergar.
Você foi embora pra nunca mais nunca
mais voltar.
Quero sofrer, mais não quero te amar.
Deixe às coisas agirem naturalmente,
não quero te ver chorar...
Quem sabe a gente não conversa, na
cama ou num bar. Ou por cartas, ou
por lágrimas, mais a tristeza haverá.
Rosas de perfumes para sempre
exalará. Armazeno tais salivas, para
um dia novamente lhe beijar. Mais
me dê um tempo, seguir em frente,
só até cicatrizar. Sua imagem em
minha mente, um retrato à guardar.
Me espere em alguma esquina e não
demore à chegar...
Do poeta sorridente, que quer bater
às asas e voar.
27/08/08
Você foi embora pra nunca mais nunca
mais voltar.
Quero sofrer, mais não quero te amar.
Deixe às coisas agirem naturalmente,
não quero te ver chorar...
Quem sabe a gente não conversa, na
cama ou num bar. Ou por cartas, ou
por lágrimas, mais a tristeza haverá.
Rosas de perfumes para sempre
exalará. Armazeno tais salivas, para
um dia novamente lhe beijar. Mais
me dê um tempo, seguir em frente,
só até cicatrizar. Sua imagem em
minha mente, um retrato à guardar.
Me espere em alguma esquina e não
demore à chegar...
Do poeta sorridente, que quer bater
às asas e voar.
27/08/08
domingo, 24 de agosto de 2008
Um dia quem sabe...
Eu quero ver quando chegar o dia, em que pessoas
estarão mais unidas.
Eu quero ver nossos próximos anos, muitas
conquistas e muitos ganhos.
Eu quero ver quando chegar o dia, em que não
exista nem gente pobre e nem gente rica. Um
futuro de paz e liberal, tornando a vida mais
bonita. Um futuro na extinta política; que não
exista mais promessas, desmascarada hipocrisia.
Esse é o futuro que eu queria.
Eu quero ver quando chegar o dia, em que haverá
paz, haverá alegria... Com leite e sem fome, com
empregos e moradias.
Eu quero ver quando chegar o dia, em que haverá
mais flores em cores vivas. O azul do céu como há
cinco mil anos, como um mar poético estou sonhando.
Eu quero ver quando chegar o dia, em que palavras,
deixarão a utopia.
estarão mais unidas.
Eu quero ver nossos próximos anos, muitas
conquistas e muitos ganhos.
Eu quero ver quando chegar o dia, em que não
exista nem gente pobre e nem gente rica. Um
futuro de paz e liberal, tornando a vida mais
bonita. Um futuro na extinta política; que não
exista mais promessas, desmascarada hipocrisia.
Esse é o futuro que eu queria.
Eu quero ver quando chegar o dia, em que haverá
paz, haverá alegria... Com leite e sem fome, com
empregos e moradias.
Eu quero ver quando chegar o dia, em que haverá
mais flores em cores vivas. O azul do céu como há
cinco mil anos, como um mar poético estou sonhando.
Eu quero ver quando chegar o dia, em que palavras,
deixarão a utopia.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Amor bandido.
| Amor bandido, tão dolorido de artifícios, deprimido é sentir. Mentir é um amor sem castigo; mas a verdade eu vós digo, é amar sem merecer. Amor bandido sem vergonha, mas com medo de viver. Carente vivendo das sobras, amolecer um coração mendigo. Amor bandido és perigo, amor próprio ou prazer. Amor bandido não é só isso, amor estorvo é só querer... Amor bandido, amor perigo, é destino ser ferido só cego é quem não ver... O meu amor é marginal, meu amor, meu inimigo, amor boêmio meu bem querer. Amor bandido, amor querido ao nascer. Amor vendido, amor espinho, amor bandido até morrer... 22/08/2008 |
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Somente eu.
| Aqueça os meus lábios, mistura de prazer ou de dor. Seu charme é traiçoeiro, sinto dúvidas do que é amor... Encabulado em receio, mas sei muito bem me dar valor. Me sufoque em seu corpo, um clorofórmio do éter do prazer. A minha insana conciência não é mais forte que o querer. Meu bem querer me amortece o corpo. Meu amor me fere a alma. A luxúria é a mais forte corrupção humana. Pelo menos, um minuto que seja de lucidez, de que o meu coração sente falta. Detestável morfina nobre, me anestesie em meu orgulho estilhaços. Fisiológicamente para adormecer o óbvio. Ali naquele instante é o meu irracional que fala mais alto... Inexistente afeto que fere à sangue, a cada orgasmos de um coração drogado. Dignidade se ilude nas chances, mas me aqueço no calor do seu abraço. Molhe a minha boca desidratada pela sede. Entregue ao corpo hipnotizado; inconcequente, iludido, enganado. Pela serpente embriagado assim estou... Tão de repente... A carne é fraca, me absolvo de qualquer pecado recentemente. Mas me envolva neste corpo impuro, me aqueça nesse amor ardente. 04/06/2008 |
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Mina de rua.
Mina de rua, não sei qual é a tua; seus olhos
estão vermelhos, sua vida negra e escura.
Onde arruma esse dinheiro, conhece a lei
da rua.
Mina de rua, a vida é quem te acusa: "é
cola o dia inteiro, que substâncias você
usa! Sabe o que faz, diz o que pensa; já
não é menina, pois já é adulta!"
Contrariada ao poder, enfrentando os
fracassos; de treta em uma noite, de
chacina no feriado.
Incendeia o "abençoado" de trago, em
trago. E a insensatez de correr atrás,
de procurar algum trabalho. Sua
tragetória se guiando ao contrário. De
memórias dessa vida crua e suja! O
corpo inteiro calejado; dentro de casa
violado, violentado como de uma puta.
Mina de rua, não sei qual é a tua; odeia
a burguesia, detesta malandro agulha.
Seus olhos estão vermelhos, sua vida
negra e escura.
Mina de rua, a vida é quem te acusa:
"a "esmeralda" o dia inteiro, é vício, é
loucura. Deve dinheiro pra beltrano
e está com a vida curta".
Ela conhece bem a lei da rua!, Não tem
que pagar, agora vai ter que ir a luta.
Quase não tem o que vestir, agora vai
pra Augusta ficar nua! Ou então morrer
numa tarde de sol, ou numa noite de
lua...
Mina de rua, sei lá o que você fuma; te
acharam no acostamento, toda estripada
lá na Dutra. O sistema é uma doença,
liberdade é a cura.
Lorotas de boteco, que recriam a arte
bela, nos depoimentos de uma mina de
rua. Na escola da vida, dita cuja, que
tanto soca e tanto chuta.
"Mina de rua", poesia inspirada em homenagem a AndréiaX, covardemente assassinada em junho de 2001, aos seus 21 anos
estão vermelhos, sua vida negra e escura.
Onde arruma esse dinheiro, conhece a lei
da rua.
Mina de rua, a vida é quem te acusa: "é
cola o dia inteiro, que substâncias você
usa! Sabe o que faz, diz o que pensa; já
não é menina, pois já é adulta!"
Contrariada ao poder, enfrentando os
fracassos; de treta em uma noite, de
chacina no feriado.
Incendeia o "abençoado" de trago, em
trago. E a insensatez de correr atrás,
de procurar algum trabalho. Sua
tragetória se guiando ao contrário. De
memórias dessa vida crua e suja! O
corpo inteiro calejado; dentro de casa
violado, violentado como de uma puta.
Mina de rua, não sei qual é a tua; odeia
a burguesia, detesta malandro agulha.
Seus olhos estão vermelhos, sua vida
negra e escura.
Mina de rua, a vida é quem te acusa:
"a "esmeralda" o dia inteiro, é vício, é
loucura. Deve dinheiro pra beltrano
e está com a vida curta".
Ela conhece bem a lei da rua!, Não tem
que pagar, agora vai ter que ir a luta.
Quase não tem o que vestir, agora vai
pra Augusta ficar nua! Ou então morrer
numa tarde de sol, ou numa noite de
lua...
Mina de rua, sei lá o que você fuma; te
acharam no acostamento, toda estripada
lá na Dutra. O sistema é uma doença,
liberdade é a cura.
Lorotas de boteco, que recriam a arte
bela, nos depoimentos de uma mina de
rua. Na escola da vida, dita cuja, que
tanto soca e tanto chuta.
"Mina de rua", poesia inspirada em homenagem a AndréiaX, covardemente assassinada em junho de 2001, aos seus 21 anos
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Meu pico de reflexão e meditação
Sentado em meu pico de reflexão e meditação. Às cinco horas da
tarde é hora do meu ritual sagrado, que me estimula inspiração,
pois tem algo a ser criado.
Aqui é como um mirante, um arpoador. Um pico isento de
lágrimas, aqui relaxado eu estou. Pensativo como Platão.
De palavras ocultadas como Zoroastro. Aqui nesse vale não
tenho tempo para sermão. Estou sossegado agora, só
ditando refexão.
O pico das loucuras e das lembranças culturais. Quantos e
quantos, foram sagrados os rituais.
Pico és tu estrela!, És a vivência das experiências irracionais.
És causador de obras fenômenais; de palavras, argumentos e
pinturas surreais. Alucinado na arte de metáforas, em utopias
racionais...
"Meu pico de reflexão e meditação"
tarde é hora do meu ritual sagrado, que me estimula inspiração,
pois tem algo a ser criado.
Aqui é como um mirante, um arpoador. Um pico isento de
lágrimas, aqui relaxado eu estou. Pensativo como Platão.
De palavras ocultadas como Zoroastro. Aqui nesse vale não
tenho tempo para sermão. Estou sossegado agora, só
ditando refexão.
O pico das loucuras e das lembranças culturais. Quantos e
quantos, foram sagrados os rituais.
Pico és tu estrela!, És a vivência das experiências irracionais.
És causador de obras fenômenais; de palavras, argumentos e
pinturas surreais. Alucinado na arte de metáforas, em utopias
racionais...
"Meu pico de reflexão e meditação"
quarta-feira, 14 de maio de 2008
O presidente é pobre!
Nenhum louvor ao presidente generoso, nosso
humilde presidente operário... Ele continua o
"pobre", e o povo nescessitado. Dando muitos
votos embriagados de miséria.
Como um profeta, profanou muitas promessas...
Como pode haver tecnologia, se o grande
sertão, ainda é à luz e velas?
Muitas esmolas ao povo, empregos neca de
pitibiriba. Vá lá ver, como vive o povo no
sertão da Paraíba!
Ó presidente metalúrgico, ó presidente gente
fina! É mensalão em seu governo, e ele diz que
não sabia. A fome mata gente brasileira, e ele
de rótulo socialista.
Presidente pai do povo, presidente imperialista.
Só pensa nele mesmo, nele e na burguesia. Todos
tendo oportunidades é uma coisa... Outra bem
diferente é a política!
E a saúde, emprego e educação, como é que fica?
Nenhum louvor à essa classe imunda, essa corja
de facínoras! Políticos conspiradores, dessa
nação surrupiada. Já não tem de onde sugar, dessa
população enganada. Dessa população massacrada,
da população feita de otária.
Nem Che Guevara, nem Fidel; nenhum poder de
leis ditadas!
Presidente "pobre" brasileiro, pare de calar a voz
do povo! Discurso em demásia, mas fazer que é
bom faz muito pouco. Tira férias o ano inteiro,
enquanto o trabalhador trabalha em dobro.
poderes públicos independentes, sombra e água
fresca; para o resto do povão, sol quente na
cabeça o dia todo.
Ó homem "pobre" imperialista; cuspo na sua
política, pois dessa estrela eu tenho nojo. Sua
máscara um dia transparece; não é para
sempre que vás enganar o povo!
"O presidente é pobre!" , poesia criada no dia 14 de maio de 2008
humilde presidente operário... Ele continua o
"pobre", e o povo nescessitado. Dando muitos
votos embriagados de miséria.
Como um profeta, profanou muitas promessas...
Como pode haver tecnologia, se o grande
sertão, ainda é à luz e velas?
Muitas esmolas ao povo, empregos neca de
pitibiriba. Vá lá ver, como vive o povo no
sertão da Paraíba!
Ó presidente metalúrgico, ó presidente gente
fina! É mensalão em seu governo, e ele diz que
não sabia. A fome mata gente brasileira, e ele
de rótulo socialista.
Presidente pai do povo, presidente imperialista.
Só pensa nele mesmo, nele e na burguesia. Todos
tendo oportunidades é uma coisa... Outra bem
diferente é a política!
E a saúde, emprego e educação, como é que fica?
Nenhum louvor à essa classe imunda, essa corja
de facínoras! Políticos conspiradores, dessa
nação surrupiada. Já não tem de onde sugar, dessa
população enganada. Dessa população massacrada,
da população feita de otária.
Nem Che Guevara, nem Fidel; nenhum poder de
leis ditadas!
Presidente "pobre" brasileiro, pare de calar a voz
do povo! Discurso em demásia, mas fazer que é
bom faz muito pouco. Tira férias o ano inteiro,
enquanto o trabalhador trabalha em dobro.
poderes públicos independentes, sombra e água
fresca; para o resto do povão, sol quente na
cabeça o dia todo.
Ó homem "pobre" imperialista; cuspo na sua
política, pois dessa estrela eu tenho nojo. Sua
máscara um dia transparece; não é para
sempre que vás enganar o povo!
"O presidente é pobre!" , poesia criada no dia 14 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
De quatro em quatro anos.
De quatro em quatro anos é eleição. O povo
fique esperto, é ano de ilusão. É dentadura no
lugar de empregos. No lugar da saúde, um
saco de feijão.
Trabalhador brasileiro escravizado, por
político ou por barão.
Ficar e uma fila, no sol o dia inteiro, engabelado
de palavras, da democracia do cabresto!
De quatro em quatro anos, é assim mesmo:
Narcóticos de palavras, propaganda política é
o ópio do povo brasileiro... Não adianta votar,
tudo vai continuar no mesmo. Sem dignidade,
sem saúde, sem emprego.
De quatro em quatro anos, sobrevivendo.
tolerando as almas podres, se beneficiando com
sofrimento alheio. Rindo da classe trabalhadora,
apenas pensando em dinheiro.
Circo de palhaçadas sem graça, sem palhaços
nem picadeiros. É perfil do cenário político
brasileiro.
De quatro em quatro anos, continuo o mesmo.
"De quatro em quatro anos", 14 de maio de 2008
fique esperto, é ano de ilusão. É dentadura no
lugar de empregos. No lugar da saúde, um
saco de feijão.
Trabalhador brasileiro escravizado, por
político ou por barão.
Ficar e uma fila, no sol o dia inteiro, engabelado
de palavras, da democracia do cabresto!
De quatro em quatro anos, é assim mesmo:
Narcóticos de palavras, propaganda política é
o ópio do povo brasileiro... Não adianta votar,
tudo vai continuar no mesmo. Sem dignidade,
sem saúde, sem emprego.
De quatro em quatro anos, sobrevivendo.
tolerando as almas podres, se beneficiando com
sofrimento alheio. Rindo da classe trabalhadora,
apenas pensando em dinheiro.
Circo de palhaçadas sem graça, sem palhaços
nem picadeiros. É perfil do cenário político
brasileiro.
De quatro em quatro anos, continuo o mesmo.
"De quatro em quatro anos", 14 de maio de 2008
Noite de sabado.
Balada de sábado, estando a só. Fim de
semana com a famíla? Não, tenho
programa melhor, vou pro bar me
juntar as pessoas vadias.
A inspiração que aparece na minha cabeça
embriagada; em um bar sujo que vende
muita cachaça, das antigas encontro com
alguns dos camaradas.
De goladas e tragadas, um nariz que chega
a ficar branco.
Tragadas e tragadas, falando asneiras. Até
se via o garçon, ali por àquele canto.
A madrugada surgi, e já é quase dia, "vá pra
casa vagabundo, larga mão dessa vida
vadia". - Minha conciência me dizia.
Mas preferi ficar, pra ver a noite virar dia.
Onde aparece uma musica, um romance, ou
poesia. Eu ainda sóbrio, conseguiua viajar
nessa palavras, quem diria...
De um bar, ou uma quebrada em uma noite
de sábado. Assino essa obra, mas estava
embriagado.
"Noite de sabado", 13 de maio de 2008
semana com a famíla? Não, tenho
programa melhor, vou pro bar me
juntar as pessoas vadias.
A inspiração que aparece na minha cabeça
embriagada; em um bar sujo que vende
muita cachaça, das antigas encontro com
alguns dos camaradas.
De goladas e tragadas, um nariz que chega
a ficar branco.
Tragadas e tragadas, falando asneiras. Até
se via o garçon, ali por àquele canto.
A madrugada surgi, e já é quase dia, "vá pra
casa vagabundo, larga mão dessa vida
vadia". - Minha conciência me dizia.
Mas preferi ficar, pra ver a noite virar dia.
Onde aparece uma musica, um romance, ou
poesia. Eu ainda sóbrio, conseguiua viajar
nessa palavras, quem diria...
De um bar, ou uma quebrada em uma noite
de sábado. Assino essa obra, mas estava
embriagado.
"Noite de sabado", 13 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Tão sincero demais.
Eu começo a escrever, tudo que um
dia aconteceu. Começo a enxergar,
tudo que um dia me pertenceu.
Quem me dera um dia ser... A
política que fizeram da minha
vida... Tantos dias e tantas noites
que pensei em solidão.
porque eu não me entrego, não
regresso... Tão sincero demais.
porque eu não enxergo o tão
singelo, tão sensível demais.
Eu começo a aprender, o que
há, e o que não há possibilidade
de vencer. Tudo, tudo, tudo que
um dia me pertenceu...
Quem me dera um dia ser... A
mentira óbvia que fizeram da
minha vida... A vida tão vazia até
a luz do fim dos dias...
Porque eu não enxergo, o tão
singelo, tão sensível demais...
Porque eu não me entrego, não
regresso, tão sincero demais...
Porque eu não lhe peço, não
me entrego, sou tão singelo
demais...
"Tão sincero demais", poesia criada em outubro de 2004
dia aconteceu. Começo a enxergar,
tudo que um dia me pertenceu.
Quem me dera um dia ser... A
política que fizeram da minha
vida... Tantos dias e tantas noites
que pensei em solidão.
porque eu não me entrego, não
regresso... Tão sincero demais.
porque eu não enxergo o tão
singelo, tão sensível demais.
Eu começo a aprender, o que
há, e o que não há possibilidade
de vencer. Tudo, tudo, tudo que
um dia me pertenceu...
Quem me dera um dia ser... A
mentira óbvia que fizeram da
minha vida... A vida tão vazia até
a luz do fim dos dias...
Porque eu não enxergo, o tão
singelo, tão sensível demais...
Porque eu não me entrego, não
regresso, tão sincero demais...
Porque eu não lhe peço, não
me entrego, sou tão singelo
demais...
"Tão sincero demais", poesia criada em outubro de 2004
Tédio nosso em tempos capitais.
Estou implorando emprego... Pelo menos
eu estou correndo atrás. Mas às barreiras
dessa porra; são as que nos regride,
sempre regredindo mais.
Aqui é mais um brasileiro, desacreditado
das possibilidades habituais. Uma nação
inteira que te fode, alimentada dos
fracassos desiguais.
Não faço nada o dia inteiro... Escolas só
há vagas para alguns "intelectuais". Mais
eis o homem justiceiro, que com promessas
vai fudendo os povos neandertais.
A família que quer ver a sua caveira... Filhos
da puta de dejetos sociais. Crescem o olho no
que rala com muita sede; carcarás comendo
às sobras capitais.
Para hipócrita sociedade, todos temos que seguir
conceitos, para vivermos em paz... Ser diferente
nessa porra, às vezes nos obriga a voltar aos
tempos feudais. Mas as oligarquias que os
protegem, neste mundo de impérios industriais.
O povo é quem enlouquece... Com esse clero de
modelos, dessas modas estatais. O profeta ´quem
poetiza: o tédio nosso desses tempos coloniais. O
coronealismo de imagens, que nos censuram em
realidades atuais. Caviar para essa gente, de
vestidos e custuras internacionais.
Canaviais pra maioria, trabalhando de todas às
formas desleais.
Enquanto isso, continuo a ver navios... Pois a
burocracia é cruel demais... Nesse tédio nosso,
nesses tempos capitais.
"Tédio nosso em tepos capitais", poesia criada em 16/04/2008
eu estou correndo atrás. Mas às barreiras
dessa porra; são as que nos regride,
sempre regredindo mais.
Aqui é mais um brasileiro, desacreditado
das possibilidades habituais. Uma nação
inteira que te fode, alimentada dos
fracassos desiguais.
Não faço nada o dia inteiro... Escolas só
há vagas para alguns "intelectuais". Mais
eis o homem justiceiro, que com promessas
vai fudendo os povos neandertais.
A família que quer ver a sua caveira... Filhos
da puta de dejetos sociais. Crescem o olho no
que rala com muita sede; carcarás comendo
às sobras capitais.
Para hipócrita sociedade, todos temos que seguir
conceitos, para vivermos em paz... Ser diferente
nessa porra, às vezes nos obriga a voltar aos
tempos feudais. Mas as oligarquias que os
protegem, neste mundo de impérios industriais.
O povo é quem enlouquece... Com esse clero de
modelos, dessas modas estatais. O profeta ´quem
poetiza: o tédio nosso desses tempos coloniais. O
coronealismo de imagens, que nos censuram em
realidades atuais. Caviar para essa gente, de
vestidos e custuras internacionais.
Canaviais pra maioria, trabalhando de todas às
formas desleais.
Enquanto isso, continuo a ver navios... Pois a
burocracia é cruel demais... Nesse tédio nosso,
nesses tempos capitais.
"Tédio nosso em tepos capitais", poesia criada em 16/04/2008
Passeata-social burguesa.
É uma fantástica fábrica de ilusões; a propaganda
eleitoral gratuita, em anos de eleições. Lhe
transmitem milagrosas emoções. Depois
desaparecem ignorando multidões.
É muito fácil pintar os rostos e esbravejar.
Depois sumir, quando o circo pega fogo. A
insalubridade, aos esquerdistas pede
socorro. Com estrela ou sendo esquerda, a
desigualdade é em dobro.
É um grande acervo de palavras; dos
intelectos moralistas. Gananciosos do
poder, mas antes disso socialistas. Mas
tornando-se reinado, que os torna
imperialistas. Faculdade politizada, dos
doutorados idealistas. Está ausente a
passeata, quando realmente nescessita.
Desmoralizados estudantes, por que
tanta fantasia?
Caras pintadas de tintas verdes, paus
mandados, utopia.
Meus caros estudantes, nada disso é
rebeldia... Caros "Intelectualóides",
se vendem ao rótulo burguesia. Em
ano eleitoral do manifesto democracia!
"Passata-social burguesa", poesia criada em 07 de abril de 2008
eleitoral gratuita, em anos de eleições. Lhe
transmitem milagrosas emoções. Depois
desaparecem ignorando multidões.
É muito fácil pintar os rostos e esbravejar.
Depois sumir, quando o circo pega fogo. A
insalubridade, aos esquerdistas pede
socorro. Com estrela ou sendo esquerda, a
desigualdade é em dobro.
É um grande acervo de palavras; dos
intelectos moralistas. Gananciosos do
poder, mas antes disso socialistas. Mas
tornando-se reinado, que os torna
imperialistas. Faculdade politizada, dos
doutorados idealistas. Está ausente a
passeata, quando realmente nescessita.
Desmoralizados estudantes, por que
tanta fantasia?
Caras pintadas de tintas verdes, paus
mandados, utopia.
Meus caros estudantes, nada disso é
rebeldia... Caros "Intelectualóides",
se vendem ao rótulo burguesia. Em
ano eleitoral do manifesto democracia!
"Passata-social burguesa", poesia criada em 07 de abril de 2008
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